quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Leandro Guilheiro prestigia etapa do Estadual do Espírito Santo.

19.11.2008
Vila Velha - Espírito Santo
Última etapa do Estadual é aberta a outros estados.
(Presidende da Federação Espiritossantense de Judô, Miguel Agrizzi, não mede esforços para a vinda do medalhista Olímpico, Leandro Guilheiro nesta última etapa).
Será aberta a imprensa entrevista com o Judoca Leandro Guilheiro no dia 22 Novembro de 2008 as 08:30hs no hotel QUATRO ESTAÇÕES
Leandro Marques Guilheiro medalhista de bronze em Atenas de 2004 e Pequim 2008.
Peso leve - 73kg
A chegada do Leandro Guilheiro será no dia 21/11/2008 às 18h40min no aeroporto de Vitória e o retorno será no sábado as 19h20minhs.
O atleta olímpico vem a convite da Federação Espíritossantense de Judô do Presidente Miguel Angelo Agrizzi.

O atleta estará autografado na última Etapa do Estadual (Copa Espírito Santo de judô) que será realizada no dia 22 de novembro de 2008 no Ginásio do Colégio Marista em Vila - Velha esta competição está sendo aberta para os clubes de outros Estados. Melhorando assim o intercambio e o nível técnico da competição.
Segue a programação:

Horários
08h00 às 09h00 Pesagem interior (FEJ) / co-irmãs. (sala pesagem Marista).
09h15 Início combates classes Junior/Sênior (M/F)
10h00 Previsão de início combates classes Juvenil (M/F)/Master (M)
11h00 Previsão de início combates classe Infanto-Juvenil (M/F)
12h00 Previsão de início combates classes Pré-Juvenil (M/F)
12h30 Concentração atletas para Abertura
13h00 Cerimônia de abertura
13h15 Previsão de inicio classes Fraldinha, Petiz, Mirim
14h30 Previsão de inicio classe Infantil

Tel para contato (27) 9949-2194 ou 3361-4666(Miguel)

Segue o relatório com o Resultado parcial da pontuação de 2008.

Foram seguidos os seguintes critérios:

1º - Regulamento Técnico
PONTUAÇÃO DOS CLUBES NAS CLASSES DE IDADES:
Art.68º - A apuração do resultado geral de cada
competição será feita pela somatória das medalhas de ouro obtidas pelos seus atletas. Ocorrendo empate entre duas ou mais agremiações em número de medalhas de ouro, o desempate será apurado através do número de medalhas de prata, permanecendo o empate, através do numero de medalhas de bronze, permanecendo o empate, através do maior numero de atletas inscritos nas classes de infanto-juvenil a sênior (m/f), permanecendo o empate, sorteio.

PONTUAÇÃO DOS CLUBES NA TEMPORADA:
Art.69º - O resultado final da temporada será contabilizado por classes de idade sendo premiada a associação CAMPEÃ das classes Infanto juvenil (masc. e fem.), Pré juvenil (masc. e fem.) e Pré juvenil masc. (branca a azul),
Juvenil (masc. e fem.) e Juvenil masc. (branca a amarela), Junior (masc. e fem.), Sênior (masc. e fem.), Junior/Sênior masc. (branca a verde)

2º - Para o caso do Infanto Juvenil Masculino foram computadas as sub classes Infanto Juvenil A e Infanto Juvenil B separadamente, por isso, seperceberá um nº maior de pontos.

3º - 01 medalha de ouro é igual a 01 ponto.

4º - Nos casos onde o clube campeão foi um clube convidado aquela categoria foi anulada para contagem de pontos.

Fonte: FEJ

Sensei Murilo Gouveia se despede das competições como atleta, com ippon.

18.11.2008
Rio de Janeiro - RJ
Com uma declaração emocionada, Sensei Murilo se despede.
(Com uma declaração emocionada após um lindo Ippon, o Sensei Murilo dá adeus às competições como atleta).
15/11/08-RJ Comecei judô aos sete anos e desde então não parei mais, mas foi com treze anos que me federei e fui ao primeiro campeonato brasileiro, daí a minha vida teve uma mudança de aluno para atleta, na qual eu tinha que me dedicar mais e ser muito disciplinado. As maiores alegrias no judô foram às viagens e as conquistas, mas duas em especial ficaram na lembrança: a copa Rio Internacional de 93 no Maracanãzinho e o Brasileiro de 98 em Fortaleza, depois disso vieram ouros títulos, como Tri-Campeão Estadual, Vice Brasileiro e outros, mas na verdade tinha programado minha despedida para o campeonato Mundial Máster de 2007 que aconteceu no Brasil(São Paulo),

fiz uma preparação adequada e fui Vice Campeão com seis lutas, depois do mundial eu engordei bastante e vinha tendo dificuldades de manter o peso, só treinava por hobby, foi então que observei que estava muito gordo e pensei que tinha que ter uma motivação para emagrecer, a força dos meus amigos e alunos também me fizeram voltar atrás, então resolvi lutar mas um ano e tentar baixar o peso, mas agora não da mais, tive que perder 8 kg em 10 dias para essa competição, aproveitei que foi em casa(Centro Esportivo Miécimo) junto dos amigos para essa despedida de vez.
Amo o judô e não vou me afastar dele nunca, mas competição agora só dos meus atletas, tenho que saber a hora certa de parar, meus objetivos são outros agora, vou me dedicar mais aos meus atletas e felizmente fui convidado para gerenciar uma Vila Olímpica da prefeitura(Vila Olímpica Oscar Schmidt),quero ser um profissional a altura de que fui como atleta. Já estou com saudades, estou certo que o judô me fez evoluir com ser humano e foi fundamental na minha formação de caráter.Já estou com saudades mas estou certo que chegou a hora.

Gostaria muito de agradecer aqui duas pessoas muito importantes, Norma Chagas, que foi uma segunda mãe e fundamental na minha vida profissional de uma forma geral, e Gustavo Cintra, que é o atual secretário de esportes, e sempre apoiou as nossas atividades desportivas, desde já muito obrigado e um beijo no coração de todos meus amigos e alunos que eu amo muito.
Dois dizeres eu levo em minha vida:

“Educai a criança e não será preciso punir o Homem” ·
“O caráter do homem está em seu destino"
Fonte: Judoinforme

Em entrevista exclusiva o atleta Victor Penalber faz interessantes declarações.

15.11.2008
Rio de Janeiro - RJ
"Arroz, feijão e farofa"simples como uma vitória..
Mostrando sempre muita simplicidade o Atleta Victor Rodrigues Penalber de Oliveira, concedeu uma entrevista exclusiva a Equipe do Judoinforme, por ocasião da visita da Equipe Francesa ao Brasil no Ginásio da Universidade Gama Filho que afirma que apesar da possibilidade de uma gastronomia diferenciada, dá preferencia ao bem brasileiro prato de arroz, feijão e farofa e em especial o da minha querida mãe. mostrando que para ser bom o atleta não precisa de mudanças radicais, basta ter objetivo e seguir treinando. abaixo veja o link e acesse a sua entrevista na integra.

Fonte: Judoinforme

Com "agilidade unida à força" Tiago Camilo tenta a sorte em novo peso..

14.11.2008
São Paulo - SP
Tenho que olhar para o passado, ver o que já fiz e a partir disso evoluir.
O judoca brasileiro Tiago Camilo ganhou seu primeiro título de renome no Mundial Júnior. Na ocasião, em 1998, pesava apenas 66 kg. Uma década depois, ele já se prepara para o novo ciclo olímpico, que daqui a quatro anos culminará nas Olimpíadas de Londres. Para isso, conta com sua experiência e 24 quilos a mais quando sobe na balança.

Um dos favoritos ao ouro em Pequim, em agosto passado, Thiago Camilo voltou com a medalha de bronze e logo anunciou seu novo desafio, subindo mais uma vez de categoria. Na China, foi terceiro colocado entre os judocas até 81 kg. Na Inglaterra, o objetivo é conquistar sua terceira medalha em três pesos diferentes, na categoria até 90 kg, em que foi campeão Pan-Americano no Rio.
A preparação já começou. Após cerca de um mês de férias do tatame, a primeira resolução do paulista foi mudar de Porto Alegre para São Paulo, firmando contrato com o Pinheiros. Os próximos passos são os que exigirão mais paciência, na adaptação para aumentar seu peso. Mesmo assim, o campeão mundial mostra confiança.

"Quero juntar a minha característica de velocidade da categoria até 81 kg à força para conseguir meus objetivos", explicou o judoca, que já está trabalhando para competir em 2009, tendo como metas o Mundial e etapas da Copa do Mundo.

"A adaptação está sendo boa, o peso já está subindo e tenho uma dieta regrada para isso", afirmou ele, em evento de seu novo clube. Camilo deixa claro que aumentar o peso não significa apenas comer mais. Uma nutricionista cuida de seu cardápio, deixando-o balanceado em termos de nutrientes para que atinja os objetivos.

Os bons resultados devem demorar a surgir. "Sempre achei que o atleta não precisa só de talento. É necessário trabalho e essa adaptação pode demorar de um a dois anos para ser completa", analisou ele, que colocou sua determinação como fator fundamental para abreviar este tempo. "Toda essa mudança foi acontecendo naturalmente para mim. É difícil acontecer isso e muitos lutadores não conseguiram ter bons resultados por não terem paciência e determinação."

Outro novo cenário que encontrará com os nove quilos a mais será em relação aos adversários dentro do Brasil. Entre os maiores oponentes estão Eduardo Santos e Hugo Pessanha. "O Eduardo lutou muito bem em Pequim. O judô é uma modalidade que se renova muito, então é sempre bom ter atletas competitivos para aumentar o nível."

Mesmo com tantas novidades, Tiago Camilo diz que não passa por mudanças. "Só tenho a melhorar e não a mudar. Tenho que olhar para o passado, ver o que já fiz e a partir disso evoluir", concluiu.

Fonte: Uol

Luta Livre "rouba" judocas por pontos extras nos Jogos Abertos.

14.11.2008
Piracicaba - SP
O esporte está muito próximo do judô.

Vice-campeão olímpico de judô em Sydney 2000, Carlos Honorato se aquece para mais um combate. Acostumado a dar golpes e fazer alavancas com o adversário, o atleta não traja o tradicional quimono da arte marcial. Desta vez, veste um macacão colado ao corpo e sobe ao tablado de sapatilhas.
Nos Jogos Abertos do Interior, em Piracicaba, ele realiza uma prática já comum na competição: por algumas horas deixa o judô de lado e tenta a sorte na luta olímpica.

"Desde que a luta foi para os Jogos, dois anos atrás, nós de São Caetano montamos uma equipe com vários judocas para disputar a modalidade. No fundo isso só nos ajuda, pois nos prepara para quando o judô realmente começar [sexta-feira]", afirmou Honorato, ofegante após uma vitória tranqüila em seu primeiro duelo.

As semelhanças entre os dois esportes é grande, principalmente porque vários dos golpes utilizados no judô são permitidos na luta livre. Tais manobras fizeram efeito para Honorato até a decisão. Campeão do ano passado na categoria até 96 kg, ele chegou à final na categoria, mas acabou derrotado nesta quinta-feira após travar o duelo mais disputado do dia com Diego Rodrigues, de São Bernardo do Campo.

"O esporte está muito próximo do judô. Trouxe um especialista para dar alguns treinos e auxiliar nas adaptações, mas sempre acompanho tudo de perto. Na verdade, 80% da nossa equipe é formada por judocas, assim como muitas outras por aqui", revelou o mestre Mário Tsutsui, treinador de São Caetano e da seleção brasileira júnior de judô.

Realmente, boa parte dos atletas que disputaram a competição possuíam histórico no judô, como Arethusa Ribeiro e Caroline Yoshioka, finalistas das categorias até 67 kg e 72 kg, respectivamente. Além delas, lutadores de outras modalidades, como o jiu-jitsu, também participaram do torneio no interior paulista.

Entre os "especialistas" da luta olímpica, Rodrigo Artilheiro, hexacampeão brasileiro, foi o destaque ao confirmar o favoritismo ao levar o primeiro lugar na categoria até 120 kg para São Bernardo do Campo. Seu parceiro de equipe Atleta que também iniciou os treinamentos no judô, ele exaltou com euforia a mistura de participantes no campeonato e pediu para que outros repetissem seu exemplo.

"A luta nos Jogos Abertos é muito diversificada e isso é excelente para o esporte. Desta maneira, é possível realizar um treinamento multilateral, e o atleta se beneficia de todas as formas, seja ele da luta, do judô ou do jiu-jitsu", ponderou Artilheiro.

A migração inversa também pode acontecer. Principal nome da luta olímpica brasileira na atualidade, Rosângela Conceição participará dos Jogos Abertos somente no judô. Faixa preta, a gaúcha admite até mesmo não ter grande idéia de quem compareceu para disputar a modalidade de origem grega.

Única representante do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim, ela criticou a organização dos eventos de luta livre e, por isso, optou apenas pelo judô no campeonato em Piracicaba.

"É uma falta de organização tremenda. As chaves demoram e nunca se sabe quando irá pesar. No judô é outra coisa, somos melhor tratados e por isso prefiro só participar nele nos Jogos Abertos", completou a antiga rival de Edinanci Silva, que representará a cidade de São José dos Campos.

TORCIDA MIRIM FAZ A FESTA
A diversificação na origem dos atletas foi repassada para as arquibancadas. Fãs com camisas de judô, jiu-jitsu, vale-tudo e até mesmo aikidô seguiram os combates sempre gritando para o lutador de sua cidade. Apesar disso, quem acompanhou o andamento da competição com maior euforia foram crianças de uma escola local, que ganharam folga no dia para assistir ao torneio com a professora.Atentas a cada movimento dos atletas, cada uma escolhia um lutador para torcer pela cor do macacão (vermelho ou azul) e berrava incessantemente até o término do combate, mesmo sem qualquer conhecimento da regra.

Fonte: Uol

Olimpíadas 2016 - Comissão de candidatura diz que Madri não é racista.

13.11.2008
Madri - Esp
A cidade espanhola concorre com Rio de Janeiro, Chicago e Tóquio.
Preocupada com a imagem de racismo que tem aumentado sobre a Espanha, a presidente do Comitê de Candidatura para os Jogos de 2016, Mercedes Coghen, afirmou nesta quinta-feira que Madri não tem um perfil racista e que isso não irá atrapalhar a candidatura da cidade. 'Madrid é uma cidade tolerante, mesmo sendo verdade alguns eventos provocados por uma minoria que, de maneira alguma, representam a atitude dos moradores madrilenhos'.
A cidade espanhola concorre com Rio de Janeiro, Chicago e Tóquio pelo direito de organizar as Olimpíadas de 2016. O vencedor da disputa será decidido em outubro do ano que vem pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
Durante um evento público em Madri, o Comitê de Candidatura apresentou um filme publicitário com mensagens de apoio de jogadores como o português Pepe, do Real Madri, e o tcheco Tomas Ujfalusi, do Atlético de Madri.
'O esporte é uma arma no arsenal da tolerância', destacou Coghen. Segundo ela, também foram adotadas diversas iniciativas educacionais para combater o racismo, incluindo a apresentação do mesmo filme nas escolas da cidade.
Durante esta temporada, vários incidentes comprovaram o comportamento racista na Espanha, principalmente em eventos esportivos. Entre as vítimas estiveram o atacante camaronês Samuel Eto'o, em Málaga, e o equatoriano Joffre Guerron, do Getafe, durante jogo contra o Sporting Gijon.
Nem o inglês Lewis Hamilton, que acabou conquistando o título de Fórmula 1 escapou e foi vítima de manifestações racistas durante o GP em Barcelona, em fevereiro.


Fonte: Gazeta

Ex. Pres. da Federação Gaúcha critica a regularização de Faixas Pretas da Liga.

11.11.2008
Porto Alegre - RS
Ex. Pres. da Federação Gaúcha critica a regularização de Faixas Pretas da Liga.
Carta aberta aos dirigentes e professores filiados à Federação Gaúcha de Judô emitida pelo seu ex-presidente Carlos Matias Pauli Azevedo.
Leia a íntegra.
Prezados Dirigentes e Professores:
Como integrante da comunidade judoística há 48 anos, sinto-me no direito de manifestar-me sobre a regularização de Faixas–Pretas oriundos da Liga RS, junto a nossa Federação. Sou uma espécie de testemunha ocular da história.
Seguidamente, minha administração (1983-2007) tem sido responsabilizada pela criação da Liga. Na verdade, é uma história que poucos conhecem. A maioria se vale de observações, feitas por terceiros, para se posicionarem, e que muitas vezes não são verdadeiras.
As pessoas que fundaram a Liga tinham, na ocasião, boa relação comigo e, sempre que necessário, foram atendidas em suas pretensões. Suas promoções de Dan sempre foram concedidas pelo reconhecimento do trabalho em prol do judô gaúcho.
Fui comunicado, por telefone, da criação da Liga, por seu mentor, como sendo uma entidade visando ajudar o judô do interior, mas com o objetivo de filiar-se a FGJ, como se fosse uma espécie de Delegacia. No entanto, de uma hora para outra, ocorreu uma mudança de atitude e a Liga tornou-se “oposição” à FGJ.
Ao contrário, do que se tenta imputar aos que não conviveram com o problema, a Liga não veio para resgatar os verdadeiros ideais do judô gaúcho, mas sim, para dividir o nosso esporte. Isto foi entendido por muitos professores do interior que não se deixaram envolver pelo “canto das sereias”, mantendo-se fiéis a FGJ, embora recebendo convites e promessas.
A partir do comportamento da Liga, e seus articuladores, passamos a atender as resoluções da CBJ sobre o assunto, uma vez que a Confederação é a Dirigente Nacional da modalidade. A Liga filiou-se a Liga Nacional de Judô, oposição a CBJ.
Jamais partiu de mim qualquer ação pessoal, mas sim o que era orientado pela máter nacional, que não reconhece ligas como sendo do sistema oficial do desporto.

A partir da criação da Liga, muitos “Faixas Pretas” que nunca foram federados, passaram a integrá-la, recebendo promoções em desacordo com a CBJ e, sabe-se lá de que maneira.
Agora, como premiação por suas rebeldias, vão receber um indulto e regularizar suas situações junto a FGJ, mesmo que não se saiba das origens de grande parte destas “Faixas Pretas”.
Este indulto da FGJ deve ser por que eles foram “vítimas da ditadura do Presidente Matias”.
O que dizer aos professores do interior que se mantiveram fiéis a FGJ e sempre procuraram obedecer ao que era emanado da CBJ?
Eles, que deram sustento ao processo federativo durante todos estes anos vão ter que “conviver” com seus “colegas” que viviam,esportivamente, amargem do sistema oficial. Será justo?
Os sacrifícios a que se submeteram para atingir seus objetivos, terão o mesmo valor daqueles que não trilharam, por opção, o mesmo caminho.
Na verdade, os “Faixas Pretas” oriundos da Liga levarão vantagens sobre os federados, pois terão apenas que fazer cursos, sem qualquer avaliação, para serem brindados com sua regularização. Todos sabemos como funciona a participação em um curso que não tem avaliação final. Como saber se eles realmente tem o conhecimento compatível com a graduação que alegam?
Os Federados, sempre conviveram com uma situação diferente. Tem que fazer cursos e exames. Sendo reprovados, tem que voltar no ano seguinte e fazer tudo novamente. Se rodarem, mais uma vez, é outro ano perdido. Os “colegas” da Liga não terão nada disto. É o que se depreendeda decisão tomada na reunião realizada em Caxias do Sul, na noite do dia 10 de outubro. É justo?
Basta culpar um ex-dirigente, que agiu dentro da lei esportiva, pelos “males ocorridos” e tudo será esquecido, com um futuro maravilhoso para todos. Tudo em nome da globalização e da inclusão social.
Não estou julgando ninguém.
Apenas expondo os fatos e defendendo, indignado, os federados, que sempre deram suporte ao processo oficial e “suaram sangue” para obter suas promoções. É a estes que o Presidente da FGJ deve satisfações, uma vez que foi eleito pelo processo federativo.
Os que vem da Liga, cujas promoções não são reconhecidas pela CBJ, foram promovidos de forma irregular e seus exames não tem nenhum valor oficial. Portanto, não existem.
Por ter agido conforme determinado pela CBJ, não me furtarei ao debate, se necessário, defendendo o que sempre respeitei: a hierarquia.
O processo federativo é o único reconhecido pela CBJ, COB e FIJ.
Quem está fora deste contexto não existe no sistema oficial.

Porto Alegre, 01 de novembro de 2008
Carlos Matias Pauli de Azevedo


Fonte: Portal